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	<title>Tradutor Profissional</title>
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		<title>Comunicado oficial da ABRATES</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 19:41:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Comunicado oficial da ABRATES, Associação Brasileira de Tradutores e Intérpretes A Diretoria da Associação Brasileira de Tradutores e Intérpretes (ABRATES)&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton3482" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fcomunicado-oficial-da-abrates%2F&amp;text=Comunicado%20oficial%20da%20ABRATES&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fcomunicado-oficial-da-abrates%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Comunicado oficial da ABRATES, Associação Brasileira de Tradutores e Intérpretes</p>
<p><em><span style="font-size: 13px;">A Diretoria da Associação Brasileira de Tradutores e Intérpretes (ABRATES) cumpre o dever de esclarecer que nenhuma entidade, comercial ou não, seja prestadora de serviços de tradução ou formadora de profissionais da área, está autorizada a falar em nome da Associação, do programa de credenciamento ou de qualquer outro evento promovido por ela. Lembramos, ainda, que existem duas modalidades de associação: o associado, que recebeu aprovação segundo os critérios estabelecidos em estatuto ao se candidatar; e o credenciado, que, além de obrigatoriamente ter sido previamente aprovado como associado, foi aprovado no exame de credenciamento, promovido periodicamente pela ABRATES.</span></em></p>
<p><em>Nenhuma outra instituição concede o direito de credenciamento pela ABRATES e, ressalte-se, nenhuma empresa ou instituição é credenciada pela ABRATES. A Associação recomenda cursos de formação na área, que também foram aprovados segundo o estatuto, mas nenhum curso preparatório é exigido para que o associado se candidate a prestar o exame.</em></p>
<p><em>Contamos com a colaboração de todos para manter-nos atualizados se e quando o nome da associação estiver sendo mal utilizado para que sejam tomadas as providências necessárias. Estamos à disposição pelo e-mail: abrates@abrates.com.br ou na página da Associação aqui no Facebook e no Twitter: _abrates.</em></p>
<p><em> </em></p>
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		<title>A Hora e a Vez da Interpretação</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jun 2013 14:38:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Não, eu não interpretei errado o lema “A Hora e a Vez de Tradução” proposto pelo IV Congresso da ABRATES&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton3469" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fa-hora-e-a-vez-da-interpretacao%2F&amp;text=A%20Hora%20e%20a%20Vez%20da%20Interpreta%C3%A7%C3%A3o&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fa-hora-e-a-vez-da-interpretacao%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Não, eu não interpretei errado o lema “A Hora e a Vez de Tradução” proposto pelo IV Congresso da ABRATES em BH, mas posso puxar a brasa para a minha sardinha? OK, obrigada.</p>
<p>A semana corrida me impediu de escrever antes, mas nunca é tarde para dizer que foi tudo muito além das expectativas, infinitos parabéns e agradecimentos a todos os organizadores. Entre 350 e 400 pessoas circulavam sempre com comentários positivos sobre o que tinham assistido.</p>
<p>Da parte de tradução, confesso que só assisti o Henry Liu, neozelandês da FIT, para mim escolha perfeita de <em>keynote speaker</em> falando sobre o que há de mais <em>key</em>: somos vendedores de serviços inseridos no mercado e sujeitos aos caprichos da economia. Portanto, não adianta reclamar de agência que paga pouco, das licitações, das associações que deveriam lutar pelos <strong><em><span style="text-decoration: underline;">seus</span></em></strong> direitos mesmo que você não mexa uma palha por elas. Antene-se lendo a pesquisa do Economist sobre os prejuízos que a má comunicação gera às empresas, tente entender porque o mundo (não, não é só você) tende a trabalhar mais para ganhar menos e se insira no que o Henry chamou de “novo normal”. Aliás, acho que todos gostaram do Henry e o Henry gostou de todos porque circulava, simpático e interessado, tanto entre tradutores super experientes quanto no meio dos estudantes.</p>
<p>Gostaria de ter assistido a palestra da ATP-MG, até para entender como implementam na prática o manual de procedimentos para TPICs, apesar de não existir norma estadual nem federal para tradução juramentada. É uma iniciativa louvável! Se eu tentasse a mesma proeza, não conseguiria ir além de “use o bom senso”, pois nem entre minhas sócias, atuando sob o mesmo teto há duas décadas, conseguimos encontrar um padrão. Ficou a curiosidade porque, no mesmo horário, eu estava escalada para orientar quem quisesse fazer <em>test drive</em> na cabine.</p>
<p><em>Test drive </em>na cabine? Sim, havia cabine, coisa rara nos nossos eventos. Profissionais interpretaram o Henry Liu e, no restante do tempo, como disse a Adriana Machado, iniciantes, curiosos e medrosos podiam fazer uma experiência de 15 minutos. Ideia brilhante de tão simples!</p>
<p>Outro ponto a favor foi haver uma sala dedicada exclusivamente à interpretação. E, pasmem, só em raríssimos momentos o assunto descambou para a insuportável conversa sobre tarifas e/ou historinhas muito engraçadas para o coffee-break, mas 100% inúteis, como o intérprete que uma vez disse “por favor riam, pois o orador contou uma piada”. O interesse foi tanto que a Sala Congonhas esteve quase sempre lotada, com gente em pé e sentada no chão! Verdade, eu juro que vi!</p>
<p>Vi a Layla Penha explicando, em gráficos de áudio (não no “achômetro”) como as pausas preenchidas provocam assédio auditivo. Se você é intérprete e nem sabe do que estou falando, a Layla pode explicar.  A Marcelle Castro falou de escuta ativa, o Jayme Costa Pinto de interpretação para TV, a Patrícia Rocha sobre ambientes de trabalho complicados como interpretar em um abatedouro. O Sydney Barros apresentou outros exemplos nessa linha. A Daniele Fonseca alertou para a armadilha dos conhecimentos básicos. Você estuda um vocabulário super especializado, mas tropeça na hora de dizer “raiz cúbica de x” ou um elemento da tabela periódica, coisas que aprendemos no ensino médio, mas não sabemos na outra língua. O Leonardo Piamonte explicou que <em>no es tudo la mesma cuesa</em> e a interpretação de espanhol é, <em>por supuesto, sin embargo</em>, importante.</p>
<p>Tivemos também os representantes da APIC e AIIC e, para mim, foi uma honra dividir a mesa redonda sobre formação de intérpretes propondo uma alternativa  nova ao lado da tradição da PUCRio com a Branca Vianna e da Alumni com Jayme Costa Pinto, complementada pela Marcelle Castro falando do uso de novas tecnologias para formação remota, abordagem que ela pesquisa na Espanha e implementa na Gama Filho e no Glendon College em Toronto.</p>
<p>Falei muito, mas longe de dizer tudo. Complementem nos comentário, por favor.</p>
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		<title>Cautela e caldo de galinha</title>
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		<pubDate>Thu, 30 May 2013 14:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem, no afã de publicar o modelito da proposta, deixei de fazer alguns comentários que, agora, me parecem importantes. Para&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton3463" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fcautela-e-caldo-de-galinha%2F&amp;text=Cautela%20e%20caldo%20de%20galinha&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fcautela-e-caldo-de-galinha%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Ontem, no afã de publicar o modelito da proposta, deixei de fazer alguns comentários que, agora, me parecem importantes.</p>
<p>Para começar, sou a favor de propostas concisas e currículos concisos. Meu CV tem uma página, minhas propostas, também. Não que eu tenha feito muitas propostas ou enviado muitos CVs nos últimos anos, que uma das vantagens de ser veterano é ter uma carteira estável — tanto que tive de pedir uma cópia da proposta padrão de nossa colega e minha especial amiga Rosetta Stone para compartilhar com vocês.</p>
<p>Num CV, o cliente está interessado em duas informações: formação e experiência relevantes no caso dele. Se estão procurando um tradutor de engenharia, é irrelevante falar de todos aqueles lindos contratos que você traduziu, como também provavelmente irrelevante é falar do seu curso de introdução à informática. Esses dados podem ser importantes para um CV completo, para postular um lugar de professor ou coisa que o valha, mas muito pormenor em CV para cliente de tradução só atrapalha.</p>
<p>Numa proposta, acho irrelevante falar de nossas qualidades como tradutores. Isso vem no CV. O que o cliente vai ler, mesmo, é preço e prazo de entrega. Então, é de se perguntar &#8220;e para que o resto, então?&#8221;. Porque é uma salvaguarda. Quantas vezes a gente vê colegas em desespero porque, entregue o serviço, o cliente pede &#8220;no pdf&#8221;? Salvar um arquivo MSWord em formato pdf é simples, mas a diagramação do original pode ser impossível de reproduzir em MSWord. Então, se o cliente vier dizendo &#8220;escuta, mas nós precisamos do PDF&#8221;, você pode dizer &#8220;mas eu deixei isso claro na proposta!&#8221; Também temos os casos dos colegas que recebem contra RPA e se veem em palpos de aranha quando o setor financeiro do cliente exige nota fiscal de pessoa jurídica para pagar.</p>
<p>Prevenir é melhor que remediar. Sempre.</p>
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		<title>Um dia importante</title>
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		<pubDate>Thu, 30 May 2013 11:02:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje é aniversário da Kelli. Não vou fazer discursinho de aniversário. Nem ela nem eu somos bons nisso. Mas acho&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton3460" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fum-dia-importante%2F&amp;text=Um%20dia%20importante&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fum-dia-importante%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Hoje é aniversário da Kelli. Não vou fazer discursinho de aniversário. Nem ela nem eu somos bons nisso. Mas acho que é de rigor deixar um abraço a ela e aproveitar o dia para desejar felicidades.</p>
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		<title>Proposta de prestação de serviços de tradução</title>
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		<pubDate>Wed, 29 May 2013 23:42:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O objetivo principal de uma proposta, ao contrário do que se pensa, não é conseguir o serviço, mas sim evitar&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton3456" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fproposta-de-prestacao-de-servicos-de-traducao%2F&amp;text=Proposta%20de%20presta%C3%A7%C3%A3o%20de%20servi%C3%A7os%20de%20tradu%C3%A7%C3%A3o&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fproposta-de-prestacao-de-servicos-de-traducao%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>O objetivo principal de uma proposta, ao contrário do que se pensa, não é conseguir o serviço, mas sim evitar problemas futuros, ajudando a criar um relacionamento forte e duradouro com o cliente. Para isso, a proposta precisa ser clara e concisa. Concisa, para ser lida, clara para ser entendida ou, melhor ainda, para não ser entendida errado. O modelito abaixo não é nem pretende ser &#8220;a proposta correta&#8221;, mas sim uma ideia geral do que uma proposta deve conter, um ponto de partida para sua proposta personalizada. Serve, com alguma adaptação, para um e-mail ou para um pdf mais formal. É basicamente uma proposta para clientes finais: as agências geralmente não precisam disso, porque têm pedidos padronizados, descrevendo o serviço.</p>
<p>Seus comentários são bem-vindos</p>
<p>Sr. Fulanoide de Talovsky<br />
Companhia Brasileira de Dentaduras para Minhocas S.A.<br />
Rua do Buraco Quente, 666<br />
Bairro dos Barros Barrentos<br />
Santa Barba do Milho Verde<br />
MF 176617-671<br />
Prezado senhor,</p>
<p>Muito obrigado pelo interesse em meus serviços. Vai ser um prazer trabalhar para a CBDM. Seguem os detalhes de minha proposta.</p>
<p><strong>Descrição do serviço:</strong> tradução, do inglês para o português, de um um documento no formato MSWord contendo 2.000 palavras. A tradução será entregue como anexo a um e-mail, formatada como no original. [Ou: "A tradução terá de simplificar a formatação do original, que foi diagramado usando programas especializados. Terei prazer em recomendar um diagramador profissional para reformatar a proposta usando o software apropriado."] [Opcional: "Caso o original sofra alterações, as alterações correspondentes na tradução serão cobradas separadamente."]</p>
<p><strong>Prazo de entrega:</strong> dois dias úteis a contar do recebimento da aprovação desta proposta.</p>
<p><strong>Faturamento:</strong> será emitida nota fiscal [ou: RPA] em nome da Companhia Brasileira de Dentaduras para Minhocas S.A. Para tanto solicitamos enviar os seus dados cadastrais.</p>
<p><strong>Honorários:</strong> R$ X pagáveis mediante depósito, x dias após a entrega, em minha conta bancária, cujos detalhes serão informados quando do faturamento.</p>
<p><strong>Validade:</strong> esta proposta é válida até o dia X de XXXX de 20XX.</p>
<p>Iniciarei o serviço tão logo receber sua autorização, expressa numa resposta a este e-mail.</p>
<p>Atenciosamente,<br />
<em>Rosetta Stone</em><br />
Tradutora Sacramentada [se tiver algum título, evidentemente]</p>
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		<title>Edição extra! Nova edição do dicionário do Marcílio</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 18:55:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Excerto de mensagem que acabo de receber do Marcílio Moreira de Castro, advogado, dicionarista e, sobretudo, amigo: &#8220; a 4ª edição&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton3453" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fedicao-extra-nova-edicao-do-dicionario-do-marcilio%2F&amp;text=Edi%C3%A7%C3%A3o%20extra%21%20Nova%20edi%C3%A7%C3%A3o%20do%20dicion%C3%A1rio%20do%20Marc%C3%ADlio&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fedicao-extra-nova-edicao-do-dicionario-do-marcilio%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Excerto de mensagem que acabo de receber do Marcílio Moreira de Castro, advogado, dicionarista e, sobretudo, amigo:</p>
<p>&#8220; a 4ª edição do Dicionário será lançada em setembro, ampliada, revista e agora com &#8217;thumb index&#8217; e cordinha marcadora! Assim que chegar, envio-lhe um exemplar autografado. &#8221;</p>
<p>Motivo de regozijo para todos nós.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quanto o tradutor deve produzir?</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 11:19:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Escreve a Maggie Acompanho sua página e gosto muito dos seus posts. Tenho uma dúvida quanto a cálculo dos prazos&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton3444" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fquanto-o-tradutor-deve-produzir%2F&amp;text=Quanto%20o%20tradutor%20deve%20produzir%3F&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fquanto-o-tradutor-deve-produzir%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><span style="font-size: 13px;">Escreve a Maggie</span></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Acompanho sua página e gosto muito dos seus posts.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Tenho uma dúvida quanto a cálculo dos prazos das traduções e gostaria de saber se vc poderia esclarecer alguma coisa nesse sentido. Sei que devo checar quantas laudas eu faço por dia e isso depende muito do assunto da tradução. Mas gostaria de saber se há uma média de laudas por dia para traduções de textos comuns e de textos técnicos. Tipo um mínimo/máximo aceitável/exigido&#8230; e também qual é a porcentagem que se constuma cobrar para traduções em regime de urgência e quais são os critérios.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Desculpe se são muitas perguntas,.. qualquer luz que você puder enviar neste sentido já será muito bem-vinda.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Desde já agradeço muito sua atenção.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Maggie</em></p>
<p>Maggie, obrigado pelas boas palavras. Vamos começar dizendo que, embora a gente fale em laudas o tempo todo a lauda está morrendo. Cada vez mais tradutores e clientes medem o serviço pelo número de palavras do original. Não cobro por lauda desde algum momento do século passado e os últimos baluartes da lauda são a tradução juramentada e a editorial.</p>
<p>Essa mudança de unidade traz inquietação, não só porque coloca a pergunta &#8220;se eu ganho X por lauda, quanto devo ganhar por palavra do original&#8221; mas, principalmente pelo medo fundado ou não, de que, na hora da mudança, o tradutor seja logrado. De um modo ou de outro, fica o conselho: aprenda a pensar em termos de palavras do original.</p>
<p>A tua produção diária depende de vários fatores, principalmente de você própria. Há tradutores mais e menos produtivos, por mais motivos do que eu vou discutir aqui. Um dos fatores, entretanto, é a adequação do texto às qualificações do tradutor. Por exemplo, eu traduzo finanças muito mais rapidamente do que traduziria física. Na fase da carreira em que estou, posso me dar ao luxo de rejeitar física, mas o iniciante nem sempre tem esse privilégio. Além disso dentro do mesmo assunto, há textos cuja tradução flui mais rápido do que outros: a velocidade de fluxo está mais ligada ao estilo do autor do que ao assunto. Finalmente, há o tipo de arquivo: mesmo quando se usam (como se deveriam usar) ferramentas de tradução assistida por computador, traduzir um MSPowerpoint sempre demora mais que traduzir o mesmo texto em MSWord.</p>
<p>Tudo isso deveria ser levando em conta para calcular um prazo (e um preço). Lamentavelmente, nem sempre – ou melhor, quase nunca – é possível. Então a gente vive de médias, às vezes se dando bem, outras vezes se dando mal. O cliente sempre puxa um pouquinho (ou muitinho), mas o tradutor tem de tomar cuidado, porque, no fim das contas, a responsabilidade é nossa.</p>
<p>Em condições normais de temperatura e pressão, eu – eu, Danilo Nogueira, não você – me comprometo com 2500 palavras por dia. Até 4000 palavras por dia, até que vai, mais do que isso, só em casos e condições muito excepcionais e por períodos muito breves, coisa de dois ou três dias. Tem gente que se compromete com 10.000 palavras por dia e vira a noite, essas coisas. Eu não nunca tive vocação para herói.</p>
<p>O que é urgente e o que não é, depende muito mais das circunstâncias em que o tradutor se encontra do que de qualquer outra coisa. Por exemplo, 2000 palavras em 24 horas, se você não tiver o que fazer, é moleza. Se você estiver atolada, é impossível e não há dinheiro que mude essa situação.</p>
<p>A taxa de urgência, muitas vezes é só um artifício para ocultar o preço verdadeiro. O sujeito cobra dez, mas, quando o cliente pede a cotação, diz que cobra sete. Aí, cota o prazo e o cliente diz que precisa antes. Aí o tradutor diz que então tem taxa de urgência e cota dez. Acho pouco ético.</p>
<p>Só cobro urgência para evitar abusos, como aquele do cliente que liga toda sexta-feira para pedir um serviço para segunda de manhã, jurando que precisa do serviço para uma reunião logo cedo. Nesses casos, eu cobro uma taxa que, entre nós, eu chamo probatório-dissuasória: o cliente tem que me provar que realmente precisa daquilo para aquele dia e eu tenho que dissuadir o cliente da ideia maluca de estragar meu fim de semana. Então, boto 50% a mais no preço e digo que, se puder ser para terça-feira (ou quarta, ou o que seja), fica por bem menos. Acho justo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se você tem conta no Facebook, curta a <a href="https://www.facebook.com/tradutorprofissional" target="_blank">nossa página</a>. Quase 2600 pessoas já curtiram.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Quem é o santo padroeiro dos intérpretes?</title>
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		<pubDate>Sun, 12 May 2013 22:34:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Dediquei a aula de maio a exercitar habilidades cognitivas com minha turma do curso de intérpretes. Coisa séria feita na&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton3433" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fquem-e-o-santo-padroeiro-dos-interpretes%2F&amp;text=Quem%20%C3%A9%20o%20santo%20padroeiro%20dos%20int%C3%A9rpretes%3F&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fquem-e-o-santo-padroeiro-dos-interpretes%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Dediquei a aula de maio a exercitar habilidades cognitivas com minha turma do curso de intérpretes. Coisa séria feita na base da brincadeira, com farta distribuição de prêmios milionários. Ou um bilhete da mega sena com uma aposta para aquela mesma noite de sábado não tem o potencial de ser um prêmio milionário? Não é culpa minha se sortearam somente um número e estaremos todos, a começar por mim, na aula de junho. Se não ficamos milionários, então continuemos a explorar as possibilidades do mundo da interpretação.</p>
<p>A ideia do bilhete que podia ser premiado (mas não foi) eu copiei de um instrutor americano em um curso sobre Gestão de Projeto que interpretei há muitos anos. Já a ideia de um dos exercícios, uma variante do jogo Tabu, copiei do instrutor de um recente Training of Trainers da AIIC em Roma. Ou seja, como dizem que Lavoisier disse mas não disse bem assim, na natureza nada se cria, tudo se copia.</p>
<p>A brincadeira consistia em passar ao parceiro, o mais rápido possível, uma palavra contida em um cartão, sem dizer a palavra,  obviamente, nem soletrar, nem para “cajueiro”, por exemplo, usar “a árvore que dá caju”. Brincadeira séria, como eu disse, porque o intérprete (simultâneo, em especial) se vê muitas vezes obrigado a transmitir uma mensagem sem saber a palavra exata a usar.</p>
<p>Algumas das palavras nos cartões eram cocada, hemograma, ampulheta, escavadeira&#8230; Passeando entre os pares de jogadores em plena ação escutei inúmeras vezes definições iniciadas por “um dispositivo”, “uma sobremesa”, “um exame”, “uma região”, “uma máquina”, entre outras. Para quem não sabe, dispositivo, sobremesa, exame e região são exemplos de hiperônimo, palavras que pertencem ao mesmo campo semântico de outras, mas têm sentido mais abrangente que seus hipônimos. Flor, um hiperônimo, tem por hipônimos rosa, cravo, tulipa e muito mais.</p>
<p>Na cabine, a chance do intérprete lembrar de pronto do hiperônimo flor é tão grande quanto de <strong><em><span style="text-decoration: underline;">não</span></em></strong> lembrar de cravo. Já que, como dizia um professor meu em Cambridge, “silence is not an option”, o jeito é mandar ver com “flor” enquanto o santo não baixa, o concabino não ajuda ou a coisa não se esclarece uns minutos depois com uma abençoada foto em um slide, talvez.</p>
<p>Todos sabemos que São Jerônimo é o padroeiro dos tradutores. Talvez dos intérpretes também, mas certamente não dos simultâneos, pois ele já tinha morrido há mais de 1500 anos quando o primeiro equipamento para interpretação simultânea foi usado em 1927. Portanto, com o perdão de São Jerônimo, declaro São Hiperônimo padroeiro dos intérpretes!</p>
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		<title>Da frigideira para o fogo</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 14:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava fazendo uma revisão e, onde o inglês tinha benefits, o tradutor tinha sapecado vantagens. Fiquei me perguntando por quê.&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton3426" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fda-frigideira-para-o-fogo%2F&amp;text=Da%20frigideira%20para%20o%20fogo&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fda-frigideira-para-o-fogo%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Estava fazendo uma revisão e, onde o inglês tinha <em>benefits,</em> o tradutor tinha sapecado <em>vantagens.</em> Fiquei me perguntando por quê. Provavelmente, para &#8220;não ficar literal&#8221;. Ou para mostrar seu aprofundado conhecimento do vernáculo, sei lá. Além disso, <em>benefício</em> e <em>benefits</em> são palavras cognatas e, para muitos, usar um cognato é crime, porque alguns cognatos são falsos.</p>
<p>Desculpe, mas discordo. Primeiro, que uma tradução jamais deixa de ser aceitável por ser literal. Por exemplo:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>The boy was eating a piece of cake.</strong><br />
<em><strong>O menino estava comendo um pedaço de bolo.</strong></em></p>
<p>Mais literal que isso, impossível. Mas está perfeitamente correto e não vejo muito onde melhorar.</p>
<p>E <em>chocolate</em> e <em>chocolate</em> são cognatos e, nem por isso, vou começar a traduzir</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>I eat chocolate everyday.</strong></p>
<p>como</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em><strong>Como maria-mole todos os dias.</strong></em></p>
<p>É absolutamente incontroverso que traduzir todas as palavras pelo seu cognato e todas as frases literalmente conduz a muitos erros. Mas, para mim, o hábito de jamais traduzir uma palavra pelo seu cognato ou uma frase literalmente é perigoso. Imagine se, lá para diante, o autor falasse em <em>advantages</em> e contrastasse os dois termos lembrando que <em>benefit</em> é algo de bom, ao passo que <em>vantagem</em> inclui a ideia de comparação com alguma outra coisa?</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Meu primeiro livro de técnicas</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 12:13:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Da Marcelinha She Wolf, que deixou sua pergunta aqui. “Oi Danilo, quando puder, responda pra gente onde pegou as técnicas&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton3417" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fmeu-primeiro-livro-de-tecnicas%2F&amp;text=Meu%20primeiro%20livro%20de%20t%C3%A9cnicas&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.com%2Fmeu-primeiro-livro-de-tecnicas%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Da Marcelinha She Wolf, que deixou sua pergunta <a href="https://www.facebook.com/tradutorprofissional">aqui</a>.</p>
<p><em>“Oi Danilo, quando puder, responda pra gente onde pegou as técnicas de tradução!! Gosto de mais de ouvir quem não fez Letras Tradução falar deste assunto!! “</em></p>
<p>Ih, Marcelinha, quando eu comecei, acho que ninguém falava nessas coisas aqui no Brasil. Tinha os dois livros do Rónai e o do Brenno Silveira, que agora foram republicados, mas que, na época, só na Biblioteca se encontravam. Tradução era vista (como ainda é vista por muitos) como uma espécie de bruxaria, que a gente aprendia por obra e graça divina, não por estudo. Tudo era explicado à luz da literatura.</p>
<p>Os primeiros cursos de tradução (PUC Rio, Faculdade Ibero-Americana em SP) eram vistos pela maioria como modos de continuar com os mesmos cursos de letras, sem as matérias específicas da licenciatura. Quando apareceu o Trados, na década de 80, eu já tinha dez anos de estrada. E, claro, a maioria trabalhava na máquina de escrever. Meu primeiro computador foi lá para 1983, 1984.</p>
<p>Quer dizer, era na raça, mesmo.</p>
<p>Descobri que havia técnicas de tradução em alguma citação, creio que do Paulo Rónai. A citação era do &#8220;Stylistique comparée du français et de l&#8217;anglais&#8221; de J.P. Vinay e J. Darbelnet. Fiquei com o nome na cabeça e, um dia, creio que lá para 1990, topei com o livro neste <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Vtb0Hjsu2dE">sebo</a> e comprei das mãos da mulher que aparecem em 8:54. Li com sofreguidão e, até hoje, tenho na minha mesa de trabalho. Vieram outros, claro, mas esse foi o primeiro. Antigo, muito antigo, criticado, ultrapassado, não fala de português, e o que mais seja. Mas não se pode fugir dele.</p>
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