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	<title>Tradutor Profissional</title>
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		<title>Tradutora formada quer especializar-se em área técnica</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 21:22:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton2807" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Ftradutora-formada-quer-especializar-se-em-area-tecnica%2F&amp;text=Tradutora%20formada%20quer%20especializar-se%20em%20%C3%A1rea%20t%C3%A9cnica&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Ftradutora-formada-quer-especializar-se-em-area-tecnica%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.dreamhosters.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>&nbsp;</p>
<p>Colega tradutora formada foi reprovada em testes de tradução técnica que fez para agências. Trabalha como revisora em um jornal, portanto, presume-se que escreva direito, como, aliás, indicam suas postagens no FB. Diz ela (nunca vi os testes, nem pretendo ver) que sua dificuldade são os jargões e vocabulário específico de cada área e pergunta como se haver com o problema.</p>
<p>Não há uma solução fácil e única para esses problemas. O problema da receita do bolo é que não existe receita para o bolo, ou como dizia Antonio Machado, “Caminante, no hay camino, se hace camino al andar”. O teu futuro profissional depende não só da tua capacidade e esforço (a tal da virtù) como também de fatores completamente alheios ao teu controle.</p>
<p>Mas sempre se pode dar uma indicaçãozinha ou duas.</p>
<p>Por que você não procura, nas agências, serviço como revisora? Não é o que você quer, mas pode ser uma excelente transição, visto que o serviço, você já conhece. Como revisora, você vai ver serviço de outros tradutores, muitas vezes especialistas na área que seviciam o português, mas conhecem a terminologia técnica e os torneios do setor bastnate bem.</p>
<p>Ao pegar o primeiro serviço (ou o primeiro teste), antes de começar, leia sobre o assunto em português e inglês, tanto quanto permitir o prazo de entrega, fungindo de todo texto que possa parecer traduzido: atenha-se aos originais. Use o Google para procurar, que você sempre encontra. Muitas vezes, o ponto de partida é a Wikipedia (que, aliás, permite saltar de uma língua para outra com facilidade e lepidez.</p>
<p>Não procure glossários, procure imergir no assunto, entendendo, absorvendo linguagem. Aliás, foi assim que eu aprendi contabilidade.</p>
<p>Quem sabe algum colega leitor pode contribuir com uma experiência pessoal?</p>
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		<title>Crônicas d&#8217;antanho: portas ferradas</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 14:52:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Os nomes foram trocados, mas a história é autêntica. Antigamente, não tinha Internet, a gente ia ao escritório do cliente.&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton2797" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Fcronicas-dantanho-portas-ferradas%2F&amp;text=Cr%C3%B4nicas%20d%26%238217%3Bantanho%3A%20portas%20ferradas&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Fcronicas-dantanho-portas-ferradas%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.dreamhosters.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Os nomes foram trocados, mas a história é autêntica.</p>
<p>Antigamente, não tinha Internet, a gente ia ao escritório do cliente. Dá para imaginar? E toda tradução vinha em papel. Dá para imaginar? E, nas tabelas, para reduzir custos, a gente não digitava os números, só o texto. O “pool” de secretárias do cliente passava tudo a limpo, no papel timbrado deles, copiando os números do original. Às vezes, para poupar tempo, o material a ser traduzido vinha em rascunho, que podia ser manuscrito em todo ou em parte.</p>
<p>Isso tudo para introduzir uma história de que até hoje dou risada. Fui entregar a um cliente um serviço pronto, mas com uma dúvida. Um item, em um demonstrativo, me escapava ao entendimento: <em>portas ferradas. </em>Que raio é uma <em>porta ferrada? </em></p>
<p>Levei o serviço ao cliente, uma firma de auditoria, e comecei minha via crucis pelo gerente encarregado do serviço.</p>
<p>Ato I: Dramatis personnae: <em>Danilo Nogueira, Tradutor, e Genésio Gerente, Gerente de auditoria. Cenário: sala de gerente de auditoria, papéis por todo lado.</em></p>
<p>– [Danilo] Genésio Gerente, o que é <em>portas ferradas?</em></p>
<p><em>–</em> [Gerente] Eu é que sei?</p>
<p>– [Danilo] Está no relatório da Xpeteosa, com a sua assinatura.</p>
<p><em>–</em> [Gerente] Quem fez foi o Antônio Auditor.</p>
<p>– [Danilo] Pergunta para ele, por favor.</p>
<p><em>–</em> [Gerente] Está fora, em outro cliente, não posso ligar.</p>
<p>– [Danilo] Bom, então, não posso entregar o serviço.</p>
<p><em>–</em> [Gerente] O prazo que você deu era hoje.</p>
<p>– [Danilo] Mas se o texto não faz sentido, não posso traduzir.</p>
<p><em>–</em> [Gerente] Como, não faz sentido?</p>
<p>– [Danilo] <em>Portas ferradas </em>não faz sentido.</p>
<p><em>–</em> [Gerente] Como, <em>não faz sentido? </em>Deixa ver esse troço. Está aqui, claro, letra boa, fácil de ler, só ter boa vontade, <em>p-o-r-t-a-s f-e-r-r-a-d-a-s. </em>Entendeu?</p>
<p>– [Danilo] E o que são <em>portas ferradas?</em></p>
<p><em>–</em> [Gerente] Eu é que sei? O tradutor é você, cara. Sabe o que é <em>porta</em>, sabe o que é <em>ferrada?</em> Então, meu, se vira!</p>
<p>– [Danilo] A gente ferra cavalo e burro, não porta.</p>
<p><em>–</em> [Gerente] Ah, Danilo, te vira, eu estou ocupado.</p>
<p>– [Danilo] Vou falar com o Sérgio Sócio, então.</p>
<p><em>–</em> [Gerente] Se você conseguir… Ele está em reunião.</p>
<p>Ato II: Dramatis personnae: <em>Danilo Nogueira, Tradutor, e Célia Secretária, Secretária em firma de auditoria. Cenário: sala de secretária em firma de auditoria, papéis por todo lado.</em></p>
<p>– [Danilo] Célia, bom dia, preciso falar com o Sérgio Sócio.</p>
<p>– [Célia] Por quê? Ele está em reunião com um cliente importante.</p>
<p>– [Danilo] Porque tem uma dúvida no relatório da Xpeteosa.</p>
<p>– [Célia] Que dúvida, deixa ver que eu resolvo.</p>
<p>– [Danilo] O que são <em>portas ferradas?</em></p>
<p>– [Célia] Para que você quer saber disso?</p>
<p>– [Danilo] Está no relatório e eu não sei o que é.</p>
<p>– [Célia] Ué, traduz e manda pra frente.</p>
<p>– [Danilo] Não se pode traduzir o que não se entende. É por isso que não traduzo russo: porque não entendo russo.</p>
<p>– [Célia] Procurou no dicionário?</p>
<p>– [Danilo] Sim, não tem.</p>
<p>– [Célia] Como, não tem? <em>Porta ferrada, </em>não tem? Tem <em>porta,</em> ao menos, esse teu dicionário? Tem o verbo <em>ferrar?</em></p>
<p>– [Danilo] Sim, tem os dois, mas não faz sentido.</p>
<p>– [Célia] Como não faz sentido? <em>Portas ferradas, </em>não faz sentido?</p>
<p>– [Danilo] Para mim, não. Para você faz?</p>
<p>– [Célia] Claro!</p>
<p>– [Danilo] Então, me explica.</p>
<p>– [Célia] Você é chato. Vou ter que interromper uma reunião do chefe por tua causa.</p>
<p>– [Danilo] Por minha causa, não. Por causa de quem me entregou um texto sem pé nem cabeça.</p>
<p>– [Célia] O texto está perfeito. Você é que não entende.</p>
<p>– [Danilo] Então, me explica, já pedi.</p>
<p>– [Célia] [No telefone] Dr. Sérgio, o Danilo está aqui, com um problema com o relatório da Xpeteosa. Diz que não pode entregar sem resolver. … Tá, obrigado. [Para mim] Pode entrar!</p>
<p>Ato I: Dramatis personnae: <em>Danilo Nogueira, Tradutor, Sérgio Sócio e Cláudio Cliente, gerente da </em>Xpeteosa<em>. Cenário: sócio, papéis por todo lado. </em></p>
<p>– [Danilo] Bom dia, desculpe interromper, tem um trecho aqui no relatório da Xpeteosa que eu não entendi bem.</p>
<p>– [Sérgio] Opa, você chegou na hora certa. O Cláudio aqui é gerente da Xpeteosa. Se alguém nesse mundo sabe, é ele mesmo. Pergunta para ele.</p>
<p>– [Danilo] Prazer, Cláudio! Me conta uma coisa, que são <em>portas ferradas?</em></p>
<p>– [Cláudio] Prazer, Danilo! <em>Portas ferradas? </em>Não faço ideia. Deixa ver. [Pega o relatório na mão, examina, dá uma gargalhada.] São <em>porta-ferramentas! </em></p>
<p>– [Danilo] Ah, obrigado. <em>Porta-ferramentas </em>eu sei o que é.</p>
<p>– [Sérgio] Resolvido? Quando fica pronta a tradução?<em></em></p>
<p>– [Danilo] Em coisa de minutos, é só avisar as datilógrafas. Então, até logo e, mais uma vez, obrigado.</p>
<p>Epílogo: Dramatis personnae: <em>Danilo Nogueira, Tradutor, e Célia Secretária, Secretária em firma de auditoria. Cenário: sala de secretária em firma de auditoria, papéis por todo lado.</em></p>
<p>– [Célia] Resolveu?</p>
<p>– [Danilo] Sim.</p>
<p>– [Célia] E?</p>
<p>– [Danilo] Eram <em>porta-ferramentas, </em>não <em>portas-ferradas.</em></p>
<p>– [Célia] E como é que você não notou?</p>
<p style="text-align: center;">Pano rápido.</p>
<p style="text-align: center;">
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		<title>Alguém pode dar uma opinião sobre minhas traduções?</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 01:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Jovem colega, iniciando na profissão, me escreve dizendo que está a fim de fazer umas traduções “amadoras” (palavra dela)&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton2792" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Falguem-pode-dar-uma-opiniao-sobre-minhas-traducoes%2F&amp;text=Algu%C3%A9m%20pode%20dar%20uma%20opini%C3%A3o%20sobre%20minhas%20tradu%C3%A7%C3%B5es%3F&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Falguem-pode-dar-uma-opiniao-sobre-minhas-traducoes%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.dreamhosters.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>&nbsp;</p>
<p>Jovem colega, iniciando na profissão, me escreve dizendo que está a fim de fazer umas traduções “amadoras” (palavra dela) e submeter a colegas, para que dessem opiniões e sugestões. Pergunta se eu acho válida a estratégia.</p>
<p>Tem uma história boa, do Renato Beninatto, que, um dia, examinou um teste e disse à candidata a tradutora que ela não tinha a menor chance de sucesso profissional. Anos depois, foi visitar um cliente e topou com a mesma pessoa, agora chefe do setor de traduções da empresa que ele queria como cliente. O que aconteceu? O Renato estava enganado e a moça tinha potencial, que veio a desenvolver depois; ou o patrão dela era um ignorante, que contratou uma incapaz para chefe do seu setor de traduções?</p>
<p>Nunca vamos saber.</p>
<p>Por outro lado, avaliar uma tradução, opinar e orientar um tradutor toma um tempo danado. Dá mais trabalho comentar uma tradução do que fazer do zero. Esse é um dos motivos porque é tão difícil dar apoio aos iniciantes como a gente gostaria de dar. Bem que eu gostaria de manter uma meia dúzia de discípulos aos quais pudesse ir passando a minha experiência. Mas ia ser uma meleca, porque ia ter de cobrar, em vez de pagar. E, depois, todo mundo ia reclamar que “o Danilo não paga os tradutores”. Difícil.</p>
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		<title>Vamos a Rio Preto?</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 13:34:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia, escreveu a Raissa Aquino, convidando para palestrar na XXXII Semana do Tradutor da UNESP em São José do&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton2789" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Fvamos-a-rio-preto%2F&amp;text=Vamos%20a%20Rio%20Preto%3F&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Fvamos-a-rio-preto%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.dreamhosters.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Outro dia, escreveu a Raissa Aquino, convidando para palestrar na XXXII Semana do Tradutor da UNESP em São José do Rio Preto, que ela, modestamente, classifica de “bastante” tradicional. Ora, Raissa, desculpe, mas se já está na 32ª edição, o “bastante” defensivo já é desnecessário.  Este ano, vai ser de 24 a 28 de setembro.</p>
<p>Claro que aceitei o convite. Lá vou eu, deitar falação, como fiz várias vezes, há um quarto de século, quando meu MicroEngenho II (48 kb de memória ram) era grande novidade e meu filho adorava ir brincar num bosque que havia (espero que ainda haja) perto da Faculdade. Agora, o filho já casou e tem o filho dele (que iria adorar o bosque, também) e o computador tem mais ram que um ranário de bom tamanho, mas ir a Rio Preto vai ser o mesmo prazer que das outras vezes.</p>
<p>Quando a grade estiver completa, vamos informar aqui quem mais vai falar. E, se você costuma ler o blogue, venha me dar um abraço e receber outro de volta.</p>
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		<title>Ainda sobre o INSS</title>
		<link>http://www.tradutorprofissional.dreamhosters.com/ainda-sobre-o-inss/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 23:23:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de mais nada, aviso que sei que é muito mais fácil ter empresa constituída, mas a intenção aqui é&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton2785" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Fainda-sobre-o-inss%2F&amp;text=Ainda%20sobre%20o%20INSS&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Fainda-sobre-o-inss%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.dreamhosters.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Antes de mais nada, aviso que sei que é muito mais fácil ter empresa constituída, mas a intenção aqui é alertar quem, por um motivo ou outro, emite RPA (recibo de pagamento a autônomo). É uma dor de cabeça, mas eu mesma emiti durante muitos anos e aproveito o post abaixo do Danilo para sugerir que fiquem super-hiper-ultra-duper antenados aos 11% que devem ser recolhidos pela fonte pagadora. Entrem todo mês no PREVCidadão e confiram se o recolhimento foi efetivamente feito dentro do prazo e no valor certo. Se não foi, fiquem no pé do cliente enquanto o contato está fresco, até a empresa enviar a tal da GFIP.</p>
<p>Quando me aposentei, meu histórico era de 10 anos de emprego com carteira assinada; 14 do bom e velho carnê que eu mesma recolhia todo santo mês e 6 anos (abril de 2003 em diante, quando essa exigência passou a vigorar) da contribuição de 11% supostamente feita pelo cliente. Só se eu não atingisse o teto no mês é que podia complementar via carnê.</p>
<p>Carteira assinada e carnê foram pá-puf. Falhas mínimas aqui e ali foram corrigidas em 5 minutos. Já os 6 anos de dedução dos 11%  foram um “Deus nos acuda”.</p>
<p>A novela é longa, muito longa, mas muitos clientes simplesmente não recolheram ou recolheram fora do prazo. Virou uma bagunça: teto estourado em vários meses, teto não atingido em outros. E se você pensa que o INSS compensa um mês a maior com um a menor, ledo engano. Que o INSS vai atrás do cliente que fez a confusão, outro engano. Que vão te deixar recolher em atraso para compensar, ou aceitar tua via do RPA como prova, a cópia da tradução feita, o extrato do banco mostrando que o trabalho foi pago (portanto o serviço foi prestado de verdade!), enganado de novo.</p>
<p>Nisso sumiram milhares de reais do cálculo do meu benefício porque a alternativa que o INSS me deu foi procurar o cliente para dizer &#8220;há X anos lhe prestei um serviço de tradução, estou enviando uma cópia do RPA, só que o recolhimento não foi feito e precisamos regularizar isso.&#8221; Foi um tal de “ninguém sabe, ninguém viu”, Seu Fulano já morreu (sério!) e se consegui regularizar 1% do furo, foi muito.</p>
<p>Portanto, olho no PREVcidadão enquanto o serviço ainda está “quente”.</p>
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		<item>
		<title>O tradutor, o INSS e o plano de saúde</title>
		<link>http://www.tradutorprofissional.dreamhosters.com/o-tradutor-o-inss-e-o-plano-de-saude/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 22:38:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma colega me fala de sua preocupação com plano de saúde. Excelente pretexto para eu falar de uma das maiores&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton2779" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Fo-tradutor-o-inss-e-o-plano-de-saude%2F&amp;text=O%20tradutor%2C%20o%20INSS%20e%20o%20plano%20de%20sa%C3%BAde&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Fo-tradutor-o-inss-e-o-plano-de-saude%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.dreamhosters.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Uma colega me fala de sua preocupação com plano de saúde. Excelente pretexto para eu falar de uma das maiores bobagens e de um dos maiores acertos de minha vida profissional.</p>
<p>A grande bobagem foi ter ficado anos sem contribuir para o INSS. Fiz um plano de previdência privada, que, teoricamente tinha supervisão e controle da SUSEP e, depois, se perdeu na inflação e mais isto e aquilo. Teria ganho mais deixando aquele dinheiro no INSS. A gente fala em disciplina e tal, mas eu nunca tive (e creio que pouca gente tem) a disciplina necessária para todo mês depositar um tanto na poupança. E, vamos e venhamos, como estamos vendo, nem a poupança é muito segura. Não que o INSS seja alguma maravilha, mas eu considero mais fácil do que adquirir a disciplina de investir todo mês um tanto ou do que pagar qualquer previdência privada.</p>
<p>O grande acerto foi manter um plano de saúde de boa categoria. Não é o melhor da praça, não tem grandes luxos, mas nunca me deixou a pé. A gente sempre espera que não aconteça nada de grave conosco, e eu senti isso na pele no dia em que a minha mulher voltou do médico branca de tudo e me contou que estava com câncer. Como? Câncer? Mas isso é coisa que dá nos outros, não em nós! Claro, tem SUS e tal, mas a fila é braba e, se não fosse o convenião velho de guerra, eu não teria como aguentar o tranco. O convênio era (e é) caro, mas custava menos que o tempo que eu teria perdido nas filas do SUS, em vez de traduzir.</p>
<p>Quer dizer, se você quer partir para carreira solo, ou seja, trabalhar sem vínculo empregatício, comece se inscrevendo no INSS e num Plano de Saúde dos bons. Custa caro? Sim, muito. Mas faz parte dos seus custos e deve se refletir no que você cobra de seu cliente.</p>
<p>A colega termina dizendo que está pensando em se associar à ABRATES, por causa desse problema de plano de saúde. Que eu saiba, a ABRATES não oferece nem jamais ofereceu plano de saúde aos associados. Uma pena.</p>
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		<title>Posta restante</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 13:38:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton2764" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Fposta-restante-2%2F&amp;text=Posta%20restante&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Fposta-restante-2%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.dreamhosters.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>No período em que o blogue ficou de molho, recebi algumas mensagens com pedidos de informações que respondo agora, meio que telegraficamente.</p>
<p>Jovem colegial (ainda se pode dizer isso?) diz que quer ser tradutora, que é boa de redação, mas ruim de gramática. Bom, desculpe, mas não existe boa redação com má gramática. É como dizer que é boa cozinheira, só que queima a comida. Tradutor tem que conhecer a norma culta de ponta-cabeça. Vai estudar gramática, já, incluindo ortografia e pontuação. Se você escrever, numa tradução, “modesta parte”, o revisor faz picadinho de você.</p>
<p>Outra pergunta se é possível viver de tradução trabalhando em casa. É, sim, eu vivo de tradução trabalhando em casa há mais de quarenta anos. Muita gente vive, e vive bem. Mas precisa trabalhar e não pouco e precisa procurar serviço e precisa aprender a traduzir (que é bem diferente de saber falar uma língua estrangeira) e precisa aprender a usar ferramentas de tradução e precisa aprender a administrar seu próprio escritório e mais uma porção de coisas. Não é impossível, mas também não é para os fracos, se me faço claro.</p>
<p>Tradutor fala de um truquinho esperto para prestar concurso para TPIC fora do estado de domicílio. Sim, conheço o truque. Conheço outros. Mas é ilegal e este blogue não recomenda ilegalidades. Além de ilegal, é concorrência desleal e depois não venha me reclamar que esta profissão é uma porcaria por causa da concorrência desleal. Você só deve prestar concurso para TPIC no estado em que tiver domicílio, essa é a lei. Quer dizer, se não mora no estado do Rio Pequeno do Oeste, não deve prestar concurso no estado do Rio Pequeno do Oeste. É por causa de tanta esperteza que o Brasil não vai pra frente.</p>
<p>Várias pessoas me escrevem perguntando quando vai haver concurso para TPIC neste ou naquele estado. Não sei. Veja no site da Junta Comercial do estado. Outro quer saber se existe um site que envie e-mails avisando que vai haver concurso neste ou naquele estado. Não conheço. Pode até existir. Se alguém souber, me informe. Não que eu vá prestar concurso para TPIC, mas assim já posso repassar a informação.</p>
<p>Aviso geral: nos últimos tempos, houve concurso numa porção de estados. De cabeça, lembro RS, SC, PR, MG, RJ, PE e PA. A lista não deve estar completa. Como esses concursos costumam se realizar a intervalos de um quarto de século ou coisa parelha, se você reside em algum desses estados, pode se preparar para esperar.</p>
<p>Dos estados maiores, acho que só falta SP e, curiosamente, aqui ninguém fala disso. É até capaz de alguém ficar zangado só porque eu mencionei o caso. Sabe como é, falou no diabo, apareceu o rabo. (Porque, se há muita gente querendo prestar concurso, há outros tantos querendo que não haja concurso.) Mas a gestação de um concurso desses demora mais que a de um elefante, então, não se anime muito: não vai ser o mês que vem.</p>
<p>Ser TPIC num estado pequeno pode significar status e atrair alguns clientes, mas ninguém vai ficar mais rico ou mais pobre por ser TPIC em Mato Fino do Oeste.</p>
<p>Não sei por que este fascínio todo com o concurso de TPIC, mas, enfim, de gustibus et de coloribus non disputantur e tal.</p>
<p>Por hoje é só. Amanhã tem mais. Obrigado pela visita.</p>
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		<title>Você sabe como se traduz &#8220;poll tax&#8221;?</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 19:36:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O Haroldo Netto era tradutor literário. Um dia, topou com a expressão poll tax, que ele já conhecia, sabia que&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton2758" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Fvoce-sabe-como-se-traduz-poll-tax%2F&amp;text=Voc%C3%AA%20sabe%20como%20se%20traduz%20%26%238220%3Bpoll%20tax%26%238221%3B%3F&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Fvoce-sabe-como-se-traduz-poll-tax%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.dreamhosters.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>O Haroldo Netto era tradutor literário. Um dia, topou com a expressão <em>poll tax</em>, que ele já conhecia, sabia que era um imposto, mas não sabia como traduzir. Procurou de cá e de lá e não encontrou uma tradução satisfatória. Postou, então, sua dúvida na trad-prt, que, na época, era o centro nervoso da profissão no Brasil.</p>
<p>Não me lembro exatamente do contexto, mas era uma frase de um inglês reclamando do tal do <em>poll tax, </em>que a Thatcher queria implantar no Reino Unido. Estava num dos romances que o Haroldo estava traduzindo, claro.</p>
<p>Problema grave, para o tradutor, porque <em>poll</em> <em>tax </em>em português se diz <em>capitação, </em>assim, com <em>i </em>entre o <em>p</em> e o <em>t. </em>Você conhece o termo? Não? Pois é! Pouca gente conhece, é coisa de tributarista e historiador, não do público em geral. Bota lá <em>capitação </em>e até periga o revisor “corrigir” para <em>captação, </em>com um muxoxo de desespero desacorçoado com a imbecildade geral dos tradutores e deste em particular.</p>
<p>Claro, <em>capitação</em> está no dicionário, mas tradutor não pode nem deve usar uma palavra só porque está no dicionário. Quem é que carrega dicionário quando está lendo um daqueles romances de sala de espera de aeroporto?</p>
<p>Pode, também, usar uma nota do tradutor. Mas a nota do tradutor é o último recurso, a confissão de derrota, a admissão de que o tradutor desistiu de tentar traduzir. Tem quem adore, eu detesto. Sim, há casos onde ajuda, onde é necessária, onde é indispensável. Mas aqui? Num romance moderno, ambientado na Inglaterra dos dias de hoje? Que o leitor talvez leve na bolsa para ler na sala de espera do aeroporto? Não acho que vá caber.</p>
<p>Bom, também pode agregar uma explicaçãozinha discreta, entre vírgulas, meramente explicitando o sentido do termo, sabe, algo assim “E, ainda por cima, vem a capitação, esse imposto por cabeça, para piorar a vida da gente”. Além de não ajudar nada, já que a maioria de nós nem faz ideia do que possa ser um <em>imposto por cabeça, </em>fica meio esquisito a explicação dada naquela stuação. Parece aquelas séras televisivas em que três policiais ficam contando para o chefe as coisas que o roteirista quer que o espectador saiba. Não dá.</p>
<p>Então, voltamos à estaca zero.</p>
<p>A solução partiu da ideia de que nem tudo se pode traduzir, que alguma coisa sempre cai fora da folha de papel ou da tela do computador e de que o tradutor deve escolher traduzir o que for mais relevante, o que realmente faz uma diferença. Aqui, concluímos Haroldo e eu, o que era significativo era o fato de ser um imposto novo, mais um golpe no contrbuinte. Era um súdito de Sua Magestade, enraivecido por mais essa mordida do leão britânico.</p>
<p>O fato de que se tratava de um imposto iníquo, extremamente regressivo, quer dizer, um imposto que onerava mais os pobres que os ricos, era, para o caso em questão, irrelevante. Talvez fosse muito relevante caso estivéssemos traduzindo um livro de história ou política, certamente seria significativo se fosse um livro sobre tributação. Mas, no caso era um romance, e o fato de que era uma <em>capitação</em> não afetava nem o estilo nem a história.</p>
<p>Não me lembro como ficou, mas foi algo assim: “E, ainda por cima, vem mais esse imposto novo, para piorar a vida da gente”.</p>
<p>Resolveu o problema?</p>
<p>(Curioso, tinha certeza de que já tinha contado essa história aqui. Procurei usando a opção de busca, lá em cima, mas não encontrei nada. Achei que a história valia a pena contar.)</p>
<p><span style="color: #ff6600;">Post Scriptum</span></p>
<p><strong>J. Henry Phillips nos envia o este comentário:</strong></p>
<p><em>Poll tax é um imposto sobre eleitor cobrado no ato de se regirtrar para votar. Era usado para excluir os mulatos das eleições depois da guerra da secessão. Aparece na música de Tom Lehrer mangando dos sulistas. http://www.youtube.com/watch?v=HAwhC_btAUU</em></p>
<p><em>A 14ª emenda garantiu plena cidadania aos ex-escravos e o Ku Klux Klan foi organizado em parte para afastá-los das urnas. Com a eleição disputada entre Tilden e Hayes, os republicanos com tropas ocupando Louisiana, declararam fraude nas eleições e elegeram o seu homem a troco de retirada deixando o KKK correr solto no sul, reforçado pelos poll taxes.</em></p>
<p><strong>Ao qual cabe a seguinte resposta:</strong><br />
<em></em></p>
<p><em>Sim, nos EUA, sei disso, meu caro, nos EUA. Mas o original estava ambientado no Reino Unido, não nos EUA. E se referia a um imposto que a Margaret Thatcher criou, sobre que você pode aprender algo aqui: http://en.wikipedia.org/wiki/Community_Charge, não ao igualmente odioso e odiado &#8220;poll tax&#8221; americano, do qual você fala.</em></p>
<p><em>Aliás, ambos são capitações, quer dizer, impostos cobrados &#8220;por cabeça&#8221;, segundo a explicação dada pelo Aurélio: </em></p>
<p><em>********************************** </em><br />
<em>capitação</em></p>
<p><em>[Do lat. capitatione.] </em><br />
<em>Substantivo feminino. </em><br />
<em>1. Imposto, tributo ou contribuição que se paga por cabeça. [Cf. captação.]</em></p>
<p><em>**********************************</em></p>
<p><em>&#8220;Poll&#8221; segundo o Webster e o American Heritage ensinam, significa originalmente &#8220;cabeça&#8221;. Um &#8220;poll&#8221; no sentido de pesquisa ou de eleição, é uma contagem de cabeças a favor ou contra algo. Quer dizer, uma contagem individual, &#8220;tantos indivíduos a favor, tantos indivíduos contra (tantas cabeças pró, tantas cabeças contra). </em></p>
<p><em>A iniquidade de  ambos impostos, o dos EUA e o do RU, está em serem &#8220;capitações&#8221;, ou seja, impostos cobrados em valores iguais de todos os indivíduos, o que significa que Danilo Nogueira e Eike Batista pagavam o mesmo tanto, o que, para a maioria das pessoas, parece injusto.</em></p>
<p><em>Mas, no Reino Unido, jamais alguém teve de recolher &#8220;poll tax&#8221; para ser eleitor e jamais houve Klu Klux Klan. E é do Reino Unido que falava o texto original. </em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Um bom profissional merece ser lembrado</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 18:02:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O blogue está no ar de novo e ontem postei uma notinha simples só para dizer o óbvio. Tendo dito&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton2755" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Fum-bom-profissional-merece-ser-lembrado%2F&amp;text=Um%20bom%20profissional%20merece%20ser%20lembrado&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Fum-bom-profissional-merece-ser-lembrado%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.dreamhosters.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>O blogue está no ar de novo e ontem postei uma notinha simples só para dizer o óbvio. Tendo dito o óbvio, faltou dizer o mais importante: o quanto estamos gratos ao Marco Antonio Franz, que não só projetou e criou o novo blogue, como também está resolvendo outros problemas para nós.</p>
<p>O trabalho dele está longe do fim e você ainda vai ver muita novidade neste blogue. Na verdade, esperamos que nunca termine, porque temos grandes planos e muitos deles vão precisar do Marco e sua paixão por fazer as coisas direito e do jeito que nós precisamos.</p>
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		<title>Voltamos!</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 23:59:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton2748" class="tw_button" style="float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Fvoltamos%2F&amp;text=Voltamos%21&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.tradutorprofissional.dreamhosters.com%2Fvoltamos%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.tradutorprofissional.dreamhosters.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Gente, depois de um mês parados, estamos de volta e, ainda por cima, de roupa nova. Além disso, mudamos de casa, porque alguns leitores, parece que principalmente no Sul, estavam com dificuldades de acesso.</p>
<p>Ainda não está tudo acertado, porém, mais um dia ou dois, vamos estar brilhando e tilintando.</p>
<p>Amanhã começam a fluir de novo nossas postagens e espero nunca mais ter uma parada dessas. Tive de parar uma semana, por excesso de serviço e, depois, para recomeçar, é ruim porque a gente perde o jeito. Então, combinamos, a Kelli e eu que logo que o novo blogue estivesse no ar, a gente ia começar a postar como antigamente. Espero que a Raquel nos acompanhe.<br />
Estamos cheios de coisas a dizer e esperamos que você goste e volte a nos visitar todos os dias.</p>
<p>Obrigado pela visita!</p>
<p>(Acho que ainda vou aparecer como “Admin”, ou coisa pior ainda. Então, não custa dizer que é o Danilo quem está escrevendo.)</p>
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